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	<title>Arquivos dados pessoais - Maria Cecília</title>
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		<title>Parecer &#8211; Política de Privacidade e Termos de Uso do WhatsApp 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Cecília]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 14:05:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2021, a SUM OF US (atual Ekō), que é uma organização internacional, apresentou uma série de questionamentos sobre a nova política de privacidade e os termos de uso do aplicativo WhatsApp, solicitando uma opinião legal sobre a sua conformidade em relação à legislação brasileira de proteção de dados. A análise resultou na elaboração de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2021, a SUM OF US (atual Ekō), que é uma organização internacional, apresentou uma série de questionamentos sobre a nova política de privacidade e os termos de uso do aplicativo WhatsApp, solicitando uma opinião legal sobre a sua conformidade em relação à legislação brasileira de proteção de dados. A análise resultou na elaboração de um estudo que analisa quais seriam as bases legais para tanto, bem como se deveria ser assegurado o direito de oposição (opt-out) aos consumidores, com foco no compartilhamento de dados entre o aplicativo WhatsApp com o grupo Meta.</p>
<p>O parecer contém 59 páginas e busca responder uma série de questionamentos, possuindo como principal pergunta: &#8220;Tendo em vista o regime estabelecido pela LGPD, em diálogo com o Código de Defesa do Consumidor, o tratamento de dados do WhatsApp e, mais especificamente, o compartilhamento de dados para finalidade marketing-publicidade e <em>analytics</em> com o grupo econômico do Facebook, Inc. é (i)legal?&#8221;.</p>
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		<title>Estadão &#8211; Qual o seu valor na internet?</title>
		<link>https://mariaceciliagomes.com.br/midia-publicacao/estadao-qual-o-seu-valor-na-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Cecília]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2023 19:27:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Maria Cecília Oliveira Gomes.  Publicado no Estadão Link: https://www.estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-macedo/qual-o-seu-valor-na-internet/ &#8220;Se você não está pagando pelo produto, você é o produto&#8221; &#8212; talvez você já tenha escutado essa frase em algum lugar várias vezes. Artigos, documentários, podcasts e outros conteúdos que falam sobre privacidade e segurança costumam usá-la como ferramenta didática para esclarecer a importância [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span>Por Maria Cecília Oliveira Gomes. </span></p>
<p style="text-align: left;">Publicado no Estadão</p>
<p style="text-align: left;">Link: <a href="https://www.estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-macedo/qual-o-seu-valor-na-internet/">https://www.estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-macedo/qual-o-seu-valor-na-internet/</a></p>
<p><span>&#8220;Se você não está pagando pelo produto, você é o produto&#8221; &#8212; talvez você já </span><span>tenha escutado essa frase em algum lugar várias vezes. Artigos, </span><span>documentários, podcasts e outros conteúdos que falam sobre privacidade e </span><span>segurança costumam usá-la como ferramenta didática para esclarecer a </span><span>importância da proteção de dados pessoais.</span></p>
<p><span>Afinal, ninguém quer ser um produto, certo? Ainda que a autoria da frase </span><span>seja, por vezes, atribuída a um tuíte de 2010, o argumento que a sustenta é </span><span>de muito antes. O próprio autor da publicação, em 2021, complementa a </span><span>citação com um link de um artigo que traça uma espécie de histórico da </span><span>frase.</span></p>
<p><span>Segundo as informações apuradas pelo &#8220;Quote Investigador&#8221;, em 1973, dizia-se </span><span>que o produto da televisão era, na verdade, o telespectador. Isso faz </span><span>referência, claro, ao uso publicitário das transmissões, que perpassa desde </span><span>a venda de produtos até ideais sociais ou políticos.</span></p>
<p><span>Hoje, 50 anos depois, a questão é ainda mais complexa. Na internet, o </span><span>&#8220;produto&#8221;, que antes era o telespectador, passou a ser o usuário e, agora, </span><span>as ações publicitárias ganharam um contorno completamente diferente, cada </span><span>vez mais precisas em relação ao comportamento e preferências de cada pessoa, </span><span>ao invés de um grupo demográfico.</span></p>
<p><span>Se para anunciantes da televisão era importante saber qual grupo demográfico </span><span>assiste ao jornal das 20h, hoje em dia é possível saber exatamente o </span><span>comportamento de cada pessoa ou grupo. Ao invés de anúncios gerais para </span><span>grupos que podem não interessar uma parcela, o direcionamento de anúncios é </span><span>extremamente personalizado.</span></p>
<p><span>Isso acontece porque as empresas direcionam seus esforços para a coleta, </span><span>tratamento, compreensão e estudo dos dados dos consumidores. Empresas </span><span>voltadas para o público feminino jovem, por exemplo, estão estudando cada </span><span>vez mais as preferências desse grupo, a partir das informações e dados </span><span>fornecidos pela internet.</span></p>
<p><span>E, indo além, nem sempre a empresa que capta esses dados é quem usa, podendo </span><span>ser vendidos sem que o proprietário das informações sequer saiba. Essa ação </span><span>foi identificada em aplicativos de controle menstrual, que captavam e </span><span>repassavam esses dados, mesmo sendo uma prática contrária à legislação </span><span>vigente. Isso significa que clínicas de fertilidade, por exemplo, poderiam</span><br />
<span>comprar informações pessoais das pessoas que usavam esse aplicativo.</span></p>
<p><span>Em um caso recente, dias após sofrer um aborto espontâneo, em um momento de </span><span>luto, uma mulher recebeu, pelo WhatsApp um disparo publicitário de um </span><span>laboratório. Nele, a empresa oferecia o serviço de congelamento do cordão </span><span>umbilical. Ela não havia divulgado que estava grávida e nem pesquisado por </span><span>esse tipo de serviço &#8212; esses dados provavelmente foram adquiridos de </span><span>terceiros, como o laboratório onde ela realizou o teste,</span></p>
<p><span>Mas, quais as chances de isso realmente acontecer só por usar um aplicativo </span><span>gratuito? Bom, primeiro, cabe esclarecer que não seria a primeira vez. O </span><span>próprio Facebook recebia informações íntimas de milhares de pessoas. E para </span><span>que eram usados? É difícil saber, mas as possibilidades são infinitas.</span></p>
<p><span>Existem ainda outros usos mais sérios, como o escândalo também do Facebook </span><span>com a empresa Cambridge Analytics. Os dados dos usuários seriam usados para </span><span>mapear o seu comportamento e buscar influenciá-los politicamente.</span></p>
<p><span>Informações sobre preferências pessoais, localização, interação e outras </span><span>ações desempenhadas na rede social foram usadas para construir perfis </span><span>detalhados. A partir deles, a empresa, especializada em marketing político, </span><span>realizava disparos publicitários em nome do então candidato Donald Trump.</span></p>
<p><span>Uma preocupação de pesquisadores, por exemplo, é que dados médicos e </span><span>históricos de compra em farmácias sejam usados como base para aumentar </span><span>tarifas de planos de saúde. Outra possibilidade é que os padrões de consumo </span><span>se tornem justificativa para negativa ou permissão de acesso ao crédito em </span><span>bancos.</span></p>
<p><span>O que fazer então? Parar de usar aplicativos e redes sociais? Não </span><span>necessariamente, mas precisamos fazer alguma coisa. Historicamente ainda </span><span>vivemos uma fase primária dessa coleta e uso de dados, o que significa que </span><span>os impactos podem ser minimizados e talvez até controlados, evitando que se </span><span>tornem ainda mais graves.</span></p>
<p><span>O principal caminho seria cumprir com os direitos já assegurados na Lei </span><span>Geral de Proteção de Dados, a LGPD. A legislação prevê a proteção de dados </span><span>pessoais e dados pessoais sensíveis como fundamentais para garantir a </span><span>liberdade e a privacidade de cada pessoa, além do livre desenvolvimento da </span><span>personalidade.</span></p>
<p><span>Mas, até que essa proteção seja mais efetiva, existem cuidados básicos que </span><span>os usuários de redes sociais e aplicativos podem tomar para se proteger. </span><span>Como, por exemplo, escolher bem quais informações devem ser compartilhadas e </span><span>quais aplicativos baixar. Em alguns casos, você sequer precisa inserir suas </span><span>informações ativamente, a aplicação está coletando tudo em segundo plano </span><span>enquanto você usa o seu aparelho, e isso deve ser motivo de preocupação para </span><span>você e para todos os titulares de dados.</span></p>
<p><span>Como dito antes, as possibilidades no uso de dados pessoais são muitas. </span><span>Contudo, o caminho para evitar que cenários como esses se repitam ou sejam </span><span>agravados é entender a relevância dos dados pessoais e conscientizar cada </span><span>vez mais os titulares de dados acerca dos seus direitos, bem como as </span><span>autoridades, como a ANPD terem um papel cada vez mais proativo acerca da </span><span>fiscalização em relação a forma como os agentes de tratamento fazem uso dos </span><span>dados pessoais de milhares de titulares no Brasil.</span></p>
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		<title>Cookie notice: informar, obter e por fim coletar dados pessoais</title>
		<link>https://mariaceciliagomes.com.br/midia-publicacao/cookie-notice-informar-obter-e-por-fim-coletar-dados-pessoais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Cecília]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 18:36:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que a GDPR &#8220;General Data Protection Regulation&#8221; entrou em vigor no dia 25 de maio de 2018, se tornou comum sites do mundo inteiro começarem a disponibilizar um cookie notice em suas páginas. Você já deve ter reparado naquele banner que fica fixo na tela indicando que o site está coletando cookies, certo? Eles [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Desde que a GDPR &#8220;General Data Protection Regulation&#8221; entrou em vigor no dia 25 de maio de 2018, se tornou comum sites do mundo inteiro começarem a disponibilizar um cookie notice em suas páginas. Você já deve ter reparado naquele banner que fica fixo na tela indicando que o site está coletando cookies, certo? Eles até podem passar despercebidos quando você simplesmente aceita as condições ou clica em fechar, mas eu te convido a refletir sobre três pontos: (i) O que são cookies?; (ii) Por que eles podem ser classificados como dados pessoais?; e (ii) O que as plataformas podem fazer para utilizar cookies em conformidade tanto com a GDPR, quanto com a Lei Geral de Proteção de Dados brasileira (LGPD)?</span></p>
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		<title>&#8220;Rating System&#8221;: a construção de uma sociedade ranqueada</title>
		<link>https://mariaceciliagomes.com.br/midia-publicacao/rating-system-a-construcao-de-uma-sociedade-ranqueada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Cecília]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2017 19:38:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Condicionar as avaliações mediante critérios subjetivos, os quais, podem ser entendidos como bom humor ou mau humor, ou critérios puramente pessoais, demonstram que o fenômeno da ‘uberização’ está longe de chegar a um caráter equitativo e equânime.</p>
<p>O post <a href="https://mariaceciliagomes.com.br/midia-publicacao/rating-system-a-construcao-de-uma-sociedade-ranqueada/">&#8220;Rating System&#8221;: a construção de uma sociedade ranqueada</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariaceciliagomes.com.br">Maria Cecília</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Condicionar as avaliações mediante critérios subjetivos, os quais, podem ser entendidos como bom humor ou mau humor, ou critérios puramente pessoais, demonstram que o fenômeno da ‘uberização’ está longe de chegar a um caráter equitativo e equânime.</span></p>
<p>O post <a href="https://mariaceciliagomes.com.br/midia-publicacao/rating-system-a-construcao-de-uma-sociedade-ranqueada/">&#8220;Rating System&#8221;: a construção de uma sociedade ranqueada</a> apareceu primeiro em <a href="https://mariaceciliagomes.com.br">Maria Cecília</a>.</p>
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